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► 07/fev/2019  |  Redação

Fusões e aquisições vão marcar ano dos ISPs no Brasil

Os pequenos prestadores de serviços de telecomunicações e de conectividade e internet (chamados de provedores regionais) consolidaram uma forte participação no mercado de banda larga e ganharam destaque nas previsões da IDC. Apresentado à imprensa no dia 5/2, o estudo IDC Predictions Brazil projetou que essas empresas aumentarão a participação de mercado em cinco pontos porcentuais em 2019, ultrapassando 25% do total de conexões de banda larga fixa.

“O ano de 2018 foi importante para este grupo, que cresceu. Eles têm avançado por vários motivos, mas um deles é a pouca relevância que a marca da operadora para banda larga fixa tem para o usuário final. O que tem relevância é a velocidade e a estabilidade ofertada”, explica André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria de TIC da IDC.

“E são esses pequenos prestadores de serviços que têm entendido a necessidade dos usuários finais, até porque estão próximos aos clientes. Além disto, eles têm investido muito para fibrar suas infraestruturas para melhorar a conexão”, acrescentou o especialista. A IDC nomeou como provedores as empresas que ofertam banda larga excluindo Claro, Telefônica, Algar, Oi e TIM.

O mercado corporativo (B2B, na sigla em inglês) será o foco de crescimento desses prestadores, uma vez que oferece oportunidade de mais projetos, com maior ARPU e maior margem. “Para 2019, essas empresas têm olhado para fincar o pé em B2B, porque veem como grande oportunidade de negócio levar valor agregado. Por isto, eles têm investido fortemente em crescer o mix de produtos. Já vemos provedores com produtos de cloud, datacenter, entre outros, para subir na cadeia de valor de cliente”, diz Loureiro.

De acordo com o especialista, os pequenos prestadores já começaram a mudar o foco e em 2019 entram mais forte no segmento corporativo, com projetos de mais valor agregado, como internet das coisas, o que também envolve parceria com outras empresas do próprio segmento.

Questionado acerca de vantagens dessas companhias em relação às teles, Loureiro afirmou que velocidade e estabilidade de conexão são os requisitos mais pedidos pelos usuários finais mais pedem e são os prestadores de serviços de telecomunicações que têm demonstrado capacidade de fazer entrega, além da proximidade ao usuário final que garante uma abordagem comercial diferente.

Confira a matéria completa em Convergência Digital.



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